Navio pesqueiro que esteve à deriva após incêndio, resgatado

O navio pesqueiro de bandeira espanhola “Figaro”, que sofreu um incêndio na segunda-feira (19) em alto mar, atracou, nesta terça-feira, no Porto do Lobito, província de Benguela.

De acordo com o director de operações do Porto do Lobito, José Santana,  uma  equipa de 18 tripulantes, distribuída por dois rebocadores, esteve envolvida na operação, durante 24 horas.

A operação culminou às 18 horas desta terça-feira com a atracagem do navio no Porto do Lobito.

Devido ao incêndio, o navio sofreu danos  sala de comando e nas antenas, que  ficaram totalmente danificadas, enquanto o convés e as partes laterais, tanto a bombordo como a estibordo, sofreram danos menores.

Neste momento, uma equipa da unidade de bombeiros do Porto do Lobito entrou em ação para resfriar o navio, com jactos de água, uma vez que ainda existe uma fumaça considerável.

Segundo o capitão do Porto, Henrique Pedro, ainda nada se sabe sobre as verdadeiras causas do incêndio e a avaliação dos prejuízos será feita pelo seu armador “Solunave”.

“Vamos abrir um inquérito para apurar a ocorrência e os próximos passos são da responsabilidade do armador”, explicou o capitão.

O navio, com a matrícula 3-BI-4-224, tem a documentação actualizada, incluído a licença de pesca passada pelo Ministério da Agricultura e Pescas.

O incêndio teve início às 7 horas de segunda-feira, a 20 milhas a norte do Lobito, com 30 tripulantes a bordo, prontamente socorridos pela equipa de marinheiros do Porto.

O  “Figaro” era proveniente de Luanda e encontrava-se a pescar naquela zona da província de Benguela, quando deflagrou o incêndio.

Fonte: Angop

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