Ministra da Educação aparentemente está proteger a teia de Marimbondos

Os candidatos cometeram afecto ao concurso público da educação na província do Bengo, cometeram apenas um erro de “destapar a teia de corrupção no Ministério da Educação”. Nas províncias da Lunda-Norte e Zaire, houve as mesmas irregularidades constatadas no Bengo, porém, não anularam o concurso porque tais irregularidades foram cometidas pela equipa de inquérito local.

No Bengo as irregularidades foram cometidas pela comissão de inquérito vindo do MED, constituída por quadros seniores do Ministério, Inspetora Nacional Dr Maria Ferreira, Diretora Nacional do R.H representada pelo senhor Xicato e outros.

A equipa vindo de Luanda, afastou todos que fizeram parte da comissão do concurso local acusando-os de maus funcionários e incompetentes. Teve tanta ousadia (passo o termo) e excesso fazendo o pior tendo excluído candidatos com perfil e notas excelentes e pondo gente da sua conveniência que não se inscreveram. Outros com nota negativa e aqueles que não fizeram provas mas foram admitidos. Muitos deste conheceram Caxito apenas no dia da assinatura de contratos.

Vendo as suas vagas em risco, os lesados fizeram um trabalho de pesquisa profundo com título ” irregularidades cometidas pela comissão de inquérito do Ministério da Educação ” com todas provas entregue à ministra no dia 03/06/2020, depois da audiência no dia 02 do mesmo mês.

Luísa Grilo, estava entre repor a verdade do concurso retirando cerca de 53 candidatos que entraram de maneira fraudulenta e responsabilizar altas figuras do ministério que participaram no esquema de corrupção.

Infelizmente, imperou a lei do mais forte… A ministra acabou por proteger a sua equipa anulando o concurso e prejudicando os filhos de camponeses que viram o sonho de emprego adiado…

Face a essa realidade, tudo indica que as instituições públicas ainda não estão preparadas para abraçarem o apelo do Presidente da República João Manuel Gonçalves Lourenço e o programa do MPLA que é melhorar o que está bem e corrigir o que está mal.

os lesados, não precisam apenas da anulação do concurso público, mas também a responsabilização criminal dos respectivos actores da máfia.

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