Petro apura-se para a fase de grupos da “champions”

O Petro volta aos grupos da “champions” de África, depois das edições de 2001, em que atingiu as meias-finais (seu melhor registo), e 2019/2020, onde não foi além da primeira etapa, ao somar quatro insuficientes pontos em seis jogos.

O atleta brasileiro Tony estava em campo a apenas quatro minutos, quando correspondeu, de cabeça, um cruzamento do “capitão” Job, tendo saltado mais alto que os defesas contrários na área e com um toque para baixo colocou a bola no canto direito da baliza zambiana.
O feito pareceu um «balde de água fria» para o Nkana, pois, verdade seja dita, esteve melhor e mais perigoso no jogo, referente à segunda “mão” da última eliminatória.
Depois de ter suportado tanta pressão, o Petro conseguiu instalar-se no meio campo contrário e começou por ameaçar o último reduto zambiano, com realce para Yano, que (aos 62 minutos) rematou de fora da área, obrigando o guarda-redes Shumba a uma defesa apertada para canto.
Daí em diante, Job, Picas e companheiros passaram a incomodar mais o adversário, embora optando por certa lentidão no sentido de ganhar algum tempo, uma vez que o resultado na altura (0-0) servia para os tricolores garantirem a terceira presença na Liga, segunda de forma consecutiva, mercê da igualdade a um golo na casa do oponente, na primeira “mão”.
O equilíbrio acentuou-se, até que aos 74 minutos o técnico Toni Cosano lançou Tony em campo, para o lugar de Yano.
O sentido de posicionamento na área do brasileiro veio ao de cima e este não comprometeu na primeira oportunidade que teve, facturando, quatro minutos mais tarde, o golo que coloca o único representante angolano na prova mais prestigiada do continente a nível de clubes.
Entretanto, o 1.º de Agosto, comandado por Paulo Duarte, perdeu em casa com o Kaizer, por 0-1, e foi eliminado na primeira ronda de qualificação da Liga dos Campeões africana. O colombiano Leonardo Castro apontou o golo que valeu a qualificação da equipa sul-africana, depois do empate sem golos no encontro da primeira “mão”.
Na Taça das Confederações, o Onze Bravos saiu derrotado (1-2) do encontro com Motema Pembe, da República Democrática do Congo. *(Com Angop)

O atleta brasileiro Tony estava em campo a apenas quatro minutos, quando correspondeu, de cabeça, um cruzamento do “capitão” Job, tendo saltado mais alto que os defesas contrários na área e com um toque para baixo colocou a bola no canto direito da baliza zambiana.
O feito pareceu um «balde de água fria» para o Nkana, pois, verdade seja dita, esteve melhor e mais perigoso no jogo, referente à segunda “mão” da última eliminatória.
Depois de ter suportado tanta pressão, o Petro conseguiu instalar-se no meio campo contrário e começou por ameaçar o último reduto zambiano, com realce para Yano, que (aos 62 minutos) rematou de fora da área, obrigando o guarda-redes Shumba a uma defesa apertada para canto.
Daí em diante, Job, Picas e companheiros passaram a incomodar mais o adversário, embora optando por certa lentidão no sentido de ganhar algum tempo, uma vez que o resultado na altura (0-0) servia para os tricolores garantirem a terceira presença na Liga, segunda de forma consecutiva, mercê da igualdade a um golo na casa do oponente, na primeira “mão”.
O equilíbrio acentuou-se, até que aos 74 minutos o técnico Toni Cosano lançou Tony em campo, para o lugar de Yano.
O sentido de posicionamento na área do brasileiro veio ao de cima e este não comprometeu na primeira oportunidade que teve, facturando, quatro minutos mais tarde, o golo que coloca o único representante angolano na prova mais prestigiada do continente a nível de clubes.
Entretanto, o 1.º de Agosto, comandado por Paulo Duarte, perdeu em casa com o Kaizer, por 0-1, e foi eliminado na primeira ronda de qualificação da Liga dos Campeões africana. O colombiano Leonardo Castro apontou o golo que valeu a qualificação da equipa sul-africana, depois do empate sem golos no encontro da primeira “mão”.
Na Taça das Confederações, o Onze Bravos saiu derrotado (1-2) do encontro com Motema Pembe, da República Democrática do Congo. *(Com Angop)

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